sexta-feira, 23 de outubro de 2015


 Inovações tecnológicas: impactos e desafios na escola


Giacagilia; Penteado (2010) debruça-se sobre o impacto que as inovações tecnologias causa nas escolas, e como elas afetam a vida escolar e a atuação do Orientador Educacional. As autoras elegem seis ferramentas tecnológicas que estão inseridas no cotidiano das pessoas: as calculadoras eletrônicas, máquinas de calcular, telefones e celulares e computadores. O material dos alunos e dos professores também se modificou: do uso somente do computador foi introduzido o uso da à internet, igualmente os telefones celulares, que passaram a ser levados pelas crianças do infantil ao ensino médio para as escolas, tornando-se, aparentemente mais um problema, mas na verdade pode se tornar uma solução no contexto do ambiente escolar.

 Sobre as calculadoras as autoras descrevem que a escola passou da contagem dos dedos das mãos, para a tabuada cantada ou a reescrita e de decoração a seco etc., para o uso das maquinas eletrônicas, as quais começaram a ser utilizadas apenas para dar maior rapidez aos cálculos das quatro operações fundamentais.
operações fundamentais.
 Eles afirmam que a chegada das calculadoras portáteis ás mão dos alunos a lista do material escolar deles, cada vez mais cedo e antes mesmo de decorarem a tabuada, deu ensejo a uma séria de questões entre os educadores. E então as autoras levantam alguns questionamentos, de que o uso da calculadora seria então benéfico ou não ao aluno?  Em quais circunstancias e condições deveria ser permitido seu uso? Estariam viciando os alunos de tal forma que na ausência delas eles ficariam impossibilitados de fazer cálculos? Deveria ou não se permitir seu uso nas provas? Como lidar com a possibilidade de alguns alunos disporem dessas máquinas e outros não, ou de terem máquinas mais sofisticadas que outras, e como calcular o tempo a ser dado para a resolução dessas provas, em cada caso?
Com isso Giacagilia e Penteado explicam que, as a facilidade em que os alunos têm de entrar em contato com esse instrumento é tão grande que hoje, mesmo se quisesse, não seria possível ignorar a presença do papel delas, quanto mais proibir ou restringir seu emprego pelos alunos.  E que as regras devem ser claras, explícitas e respeitadas, pelos professores, diretores, pais e alunos, quando ao uso dessas máquinas, que por se só tem a capacidade de resolver problemas propostos nas provas com a mínima interferência dos alunos.

terça-feira, 30 de abril de 2013

A criança e o número

Como aprender mátematica ?   
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Quando ensinamos número e aritmética como se nós, adultos, fôssemos a única fonte válida de retroalimentação, sem querer ensinamos também que a verdade só pode sair de nós. Então a criança aprende a ler no rosto do professor sinais de aprovação ou desaprovação. Tal instrução reforça a heteronomia da criança e resulta numa aprendizagem que se conforma com a autoridade do adulto. Não é dessa forma que as crianças desenvolverão o conhecimento do número, a autonomia, ou a confiança em sua habilidade matemática. (...) Embora a fonte defi nitiva de retroalimentação esteja dentro da criança, o desacordo com outras crianças pode estimulá-la a reexaminar suas próprias idéias. Quando a criança discute que 2 + 4 = 5, por exemplo, ela tem a oportunidade de pensar sobre a correção de seu próprio pensamento se quiser convencer a alguém mais. É por isso que a confrontação social entre colegas é indispensável (...)"

Fonte: Pedagogia ao Pé da Letra

A hora do recreio

Socializar é tudo

A escola paulistana promove a integração entre os alunos do 2º e 5º ano com um recreio dirigido, proposta que veio à tona na década de 1990, em que as crianças são orientadas por um adulto em diferentes atividades. “Fazemos brincadeiras folclóricas, com bolas, jogos de tabuleiro, e há dias em que eles podem trazer o próprio brinquedo. Dividimos o espaço para isso”, afirma a Coordenadora. “Mas eles também possuem momentos livres se preferirem”, completa. 

 
Segurança na brincadeira

O recreio também é a hora em que as crianças podem se machucar fisicamente. Para Ana Beatriz Bontorim, Coordenadora de Projetos da ONG Criança Segura, a direção da escola e os pais devem estar atentos às condições das estruturas e à organização do local. “Degraus muito salientes e sem sinalização ou cozinha com acesso fácil, por exemplo, podem causar danos sérios”, explica a especialista

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A aprendizagem nas séries iniciais


I- A acolhida em sala de aula.

II- Exploração dos Espaços.

III- Linguagem Oral e Escrita.

IIII- Jogos e Brincadeiras.

IIII- Explorar os Cantos.


Destaques na Ensino Fundamental


Sequência Didática -Escrita + Leitura