Toda Força ao Primeiro Ano
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Inovações tecnológicas:
impactos e desafios na escola
Giacagilia;
Penteado (2010) debruça-se sobre o impacto que as inovações tecnologias causa
nas escolas, e como elas afetam a vida escolar e a atuação do Orientador
Educacional. As autoras elegem seis ferramentas tecnológicas que estão
inseridas no cotidiano das pessoas: as calculadoras eletrônicas, máquinas de
calcular, telefones e celulares e computadores. O material dos alunos e dos
professores também se modificou: do uso somente do computador foi introduzido o
uso da à internet, igualmente os telefones celulares, que passaram a ser
levados pelas crianças do infantil ao ensino médio para as escolas,
tornando-se, aparentemente mais um problema, mas na verdade pode se tornar uma
solução no contexto do ambiente escolar.
Sobre as calculadoras as autoras descrevem que
a escola passou da contagem dos dedos das mãos, para a tabuada cantada ou a
reescrita e de decoração a seco etc., para o uso das maquinas eletrônicas, as
quais começaram a ser utilizadas apenas para dar maior rapidez aos cálculos das
quatro operações fundamentais.
operações
fundamentais.
Eles afirmam que a chegada das calculadoras
portáteis ás mão dos alunos a lista do material escolar deles, cada vez mais
cedo e antes mesmo de decorarem a tabuada, deu ensejo a uma séria de questões
entre os educadores. E então as autoras levantam alguns questionamentos, de que
o uso da calculadora seria então benéfico ou não ao aluno? Em quais circunstancias e condições deveria
ser permitido seu uso? Estariam viciando os alunos de tal forma que na ausência
delas eles ficariam impossibilitados de fazer cálculos? Deveria ou não se
permitir seu uso nas provas? Como lidar com a possibilidade de alguns alunos
disporem dessas máquinas e outros não, ou de terem máquinas mais sofisticadas
que outras, e como calcular o tempo a ser dado para a resolução dessas provas,
em cada caso?
Com isso
Giacagilia e Penteado explicam que, as a facilidade em que os alunos têm de
entrar em contato com esse instrumento é tão grande que hoje, mesmo se
quisesse, não seria possível ignorar a presença do papel delas, quanto mais
proibir ou restringir seu emprego pelos alunos.
E que as regras devem ser claras, explícitas e respeitadas, pelos
professores, diretores, pais e alunos, quando ao uso dessas máquinas, que por
se só tem a capacidade de resolver problemas propostos nas provas com a mínima
interferência dos alunos.
terça-feira, 30 de abril de 2013
A criança e o número
Quando ensinamos número
e aritmética como se nós, adultos, fôssemos a única fonte válida
de retroalimentação, sem querer ensinamos também que a verdade só
pode sair de nós. Então a criança aprende a ler no rosto do
professor sinais de aprovação ou desaprovação. Tal instrução
reforça a heteronomia da criança e resulta numa aprendizagem que se
conforma com a autoridade do adulto. Não é dessa forma que as
crianças desenvolverão o conhecimento do número, a autonomia, ou a
confiança em sua habilidade matemática. (...) Embora a fonte defi
nitiva de retroalimentação esteja dentro da criança, o desacordo
com outras crianças pode estimulá-la a reexaminar suas próprias
idéias. Quando a criança discute que 2 + 4 = 5, por exemplo, ela
tem a oportunidade de pensar sobre a correção de seu próprio
pensamento se quiser convencer a alguém mais. É por isso que a
confrontação social entre colegas é indispensável (...)"
Fonte: Pedagogia ao Pé da Letra
Fonte: Pedagogia ao Pé da Letra
A hora do recreio
Socializar é tudo
A escola paulistana
promove a integração entre os alunos do 2º e 5º ano com um
recreio dirigido, proposta que veio à tona na década de 1990, em
que as crianças são orientadas por um adulto em diferentes
atividades. “Fazemos brincadeiras folclóricas, com bolas, jogos
de tabuleiro, e há dias em que eles podem trazer o próprio
brinquedo. Dividimos o espaço para isso”, afirma a Coordenadora.
“Mas eles também possuem momentos livres se preferirem”,
completa.
Segurança na
brincadeira
O recreio também é a
hora em que as crianças podem se machucar fisicamente. Para Ana
Beatriz Bontorim, Coordenadora de Projetos da ONG Criança Segura, a
direção da escola e os pais devem estar atentos às condições das
estruturas e à organização do local. “Degraus muito salientes e
sem sinalização ou cozinha com acesso fácil, por exemplo, podem
causar danos sérios”, explica a especialista
segunda-feira, 29 de abril de 2013
A aprendizagem nas séries iniciais
I- A acolhida em sala de
aula.
II- Exploração dos
Espaços.
III- Linguagem Oral e
Escrita.
IIII- Jogos e
Brincadeiras.
IIII- Explorar os
Cantos.
Destaques na Ensino
Fundamental
Sequência Didática
-Escrita + Leitura
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