Socializar é tudo
A escola paulistana
promove a integração entre os alunos do 2º e 5º ano com um
recreio dirigido, proposta que veio à tona na década de 1990, em
que as crianças são orientadas por um adulto em diferentes
atividades. “Fazemos brincadeiras folclóricas, com bolas, jogos
de tabuleiro, e há dias em que eles podem trazer o próprio
brinquedo. Dividimos o espaço para isso”, afirma a Coordenadora.
“Mas eles também possuem momentos livres se preferirem”,
completa.
Segurança na
brincadeira
O recreio também é a
hora em que as crianças podem se machucar fisicamente. Para Ana
Beatriz Bontorim, Coordenadora de Projetos da ONG Criança Segura, a
direção da escola e os pais devem estar atentos às condições das
estruturas e à organização do local. “Degraus muito salientes e
sem sinalização ou cozinha com acesso fácil, por exemplo, podem
causar danos sérios”, explica a especialista
Nenhum comentário:
Postar um comentário