terça-feira, 30 de abril de 2013

A hora do recreio

Socializar é tudo

A escola paulistana promove a integração entre os alunos do 2º e 5º ano com um recreio dirigido, proposta que veio à tona na década de 1990, em que as crianças são orientadas por um adulto em diferentes atividades. “Fazemos brincadeiras folclóricas, com bolas, jogos de tabuleiro, e há dias em que eles podem trazer o próprio brinquedo. Dividimos o espaço para isso”, afirma a Coordenadora. “Mas eles também possuem momentos livres se preferirem”, completa. 

 
Segurança na brincadeira

O recreio também é a hora em que as crianças podem se machucar fisicamente. Para Ana Beatriz Bontorim, Coordenadora de Projetos da ONG Criança Segura, a direção da escola e os pais devem estar atentos às condições das estruturas e à organização do local. “Degraus muito salientes e sem sinalização ou cozinha com acesso fácil, por exemplo, podem causar danos sérios”, explica a especialista

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